Depois de um bom início de campenato, o Fogão conheceu sua primeira derrota diante do Cruzeiro no Mineirão, onde não vence há treze anos. Continua com 7 pontos. O cruzeiro continua invicto no Brasileirão com 8 pontos.
Logo no início, o Botafogo teve uma grande. Edno sofreu falta de Leonardo Silva e ele mesmo cobrou no canto do goleiro Fábio. Daí pra frente, domínio total do Cruzeiro. A posse de bola foi totalmente do Cruzeiro, que jogava no campo do Botafogo, mas tinha muitas dificuldades de provocar medo no torcedor botafoguense, pois a marcação do time carioca era muito forte, com quatro jogadores no meio-campo, devido à ausência dos atacantes.
Thiago Ribeiro era ponta pelo lado direito. Kléber estava um pouco afastado da área, jogando como ponta-de-lança. E Roger, que completava o trio ofensivo, estava muito distante e não organizava o jogo. E os volantes davam aquela dinâmica de jogo já conhecida de Henrique, Marquinhos Paraná. Fabinho era o volante marcador. O Cruzeiro tinha que ficar invertendo o lado da jogada, pois não conseguia transpor a marcação alvinegra. A opção era sempre Thiago na direita, marcado por Somália e Fábio Ferreira.
O Botafogo não tinha saída de bola e foi em um erro na saída que o Botafogo foi penalizado pela falta de vontade de jogar. Sandro Silva (como ele é ruim) perdeu a bola, que ficou com Jonathan, que cruzou para a área e Thiago entrou nas costas de Fahel para marcar o gol. Daí pra frente, o Cruzeiro continuava tocando a bola mas entre os zagueiros, o que provocou frissom na sua propria torcida. O Cruzeiro não criou mais nenhuma jogada.
O Botafogo se assanhou e saiu para o jogo. Alessandro e Somália estavam bem à frente e os meias chegavam. A partir dos 30, domínio total carioca. Várias chances com Edno, Lúcio Flávio e Renato Cajá, que perdeu a melhor delas. Somália sofreu penâlti (duvidoso) em jogada pela esquerda. Renato bateu e Fábio defendeu. Aliás, Fábio foi o melhor jogador cruzeirense no primeiro tempo.
No segundo tempo, Joel abriu o Botafogo, tirando o péssimo Sandro Silva e colocando o jovem atacante Alex. Fahel foi para o meio. O lado direito da defesa virou uma avenida. Jonathan chegou por ali várias vezes. O jogo ficou aberto e os dois times chegavam facilmente ao ataque. Roger tentava fazer o papel de Gilberto, fechando o lado esquerdo. Pra mim, esse foi o motivo de sua péssima atuação. Não entendi muito as substituições do Papai Joel tirando os dois meias do time. Acho que ele queria os laterais no ataque e o Somália puxando os contra-ataques com velocidade. Não adiantou muito. Alex teve grande chance, mas mais uma vez estava lá Fábio para defender o Cruzeiro.
Na minha opinião, jogo fraco tecnicamente mas emocionante, pois o jogo foi franco e aberto e os dois treinadores tentaram vencer o jogo. O Botagogo sentiu falta dos seus atacantes e o Cruzeiro ainda me parece star de ressaca da eliminação na Liberta. Está meio disperso e lento. Mas vai chegar com certeza pra brigar pelo título.
OBS.: No fim do jogo, depois que o Lúcio Flávio foi substituído, o capitão do Botafogo foi o EDNO. Isso é uma falta de respeito para com a camisa do Fogão. Eu como um apaixonado por essa camisa e por esse clube acho isso uma falta de vergonha. Esse jogador chamado EDNO tem que ir embora do meu time. SAI EDNO, VOCÊ NÃO JOGA NADA.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
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